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QUINTO SETOR

  Existem parâmetros traçados para um determinado fim que, na verdade, são congruências na concepção a que se propõem, não obstante as    definições de objetivo e sentido amplo dos conceitos primordiais para o perfeito discernimento na análise e visão de quem, de fora, tenta entendê-los, seja em sua terminologia ou no seu sentido literal.

Isso acontece quando isolamos, separamos, distinguimos e classificamos os 4 Setores amplamente conhecidos para identificar-mos os que despontam como mais prováveis candidatos a assumirem o papel do QUINTO SETOR.

 

Para o Primeiro Setor, o Estado (governo) e o Segundo Setor, mercado (empresas), a discrepância é plenamente visível, posto que, mesmo em seu antagonismo, os dois se completam com suas descontinuidades e propósitos não alcançados.

O Primeiro financiado por nós, trabalhadores e cidadãos de bem, usando nosso suado dinheiro, falha no respaldo da cidadania e retorno em benefícios a nosso favor, provocando uma desigualdade social incontestável fomentada por politicagem, corrupção, favorecimentos e assaltos aos crofres públicos, esses mesmos que nós abastamos com nossa contribuição legalmente impoista pelo poder central, em forma de estrapolantes impostos e taxas tecnicamente disfarçadas para benefício único e exclusivo do estado.

 

O Segundo, erguido e sustentado em seu próprio alicerce monetário, utiliza capital próprio na tentativa de oferecer oportunidades que se desmembraram, mais por incompetência do que por inoperância, dos objetivos do Primeiro Setor. Aí falha e se faz seletivo, exigente em demasia e, em certos casos, discriminativo quando sua oferta é o maior indicativo da sua preferência e opçional. 

 

Já o Terceiro Setor, entidades da sociedade civil( organizações sem fins lucrativos e não governamentais), talvez por excesso de dependência financeira, falta de opção ou mesmo de definição ideológica, tropeça nos seus próprios erros, ficando aquém da interatividade com os demais, porquanto, se sério fosse, estaria bem conceituado com seus objetivos sociais, humanitários e ainda cobriria, com êxito, a lacuna deixada pelos demais.

 

O Quarto Setor, definido por estudiosos como sinônimo da economia informal (a informalidade oficializada), apoia-se num quadrilátero conceitual que magnetiza a população de renda baixa e uma "nação" de centenas de milhões de desempregados ao redor do mundo, movimentando, segundo o consultor de empresas Faustino Vicente (Jundiaí-SP) em seu artigo sobre o faturamento desse Setor quie afirma: "As estimativas sinalizam para um valor superior a uma dezena de trilhões de dólares, ou seja, o mais poderoso império econômico-financeiro do planeta azul. Por essa gigantesca cifra pode-se calcular qual é a perda de arrecadação tributária e o consequente estrago social junto a população de baixa renda".

Diante desse novo contexto as empresas, que propagam a venda da excelência, reviram seus conceitos, tentaram reinventar suas bases estruturais, querendo migrar do Segundo Setor para o Quarto Setor com pretexto de desenvolvimento social/ambiental, colocando em xeque sua credibilidade e objetivos que deveriam seguir um padrão definido, como explanou o ganhador do Prêmio Nobel da Paz, Muhammad Yunus em seu discurso: “Um empreendedor social, ao invés de ter apenas uma fonte de motivação, como a maximização de lucro, tem duas: maximizar lucro e fazer o bem para as pessoas e o mundo”.

 

Conclusão:   

Novas conquistas científicas incentivaram, nos últimos anos, importantes e revolucionárias aplicações na área de Tecnologia da Informática, reconhecidas como fantásticas inovações tecnológicas com aplicabilidade intensa nesse novo nicho de mercado a ponto de acabaram por realizar profundas transformações e nova postura social na vida das pessoas. . Provocaram, com isso, uma desordem estrutural, agitação e conflito de idéias pré-concebidas para a concepção e consolidação do 4º Setor, atabalhoadamente definido ou indefinido?).

Continua... 



Escrito por Braz Branco às 22h27
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